Hackergotchi

Eu gostava bastante daquele tutorial para fazer hackergotchi do Wouter Verhelst, mas o tempo passou, o GIMP ficou ainda melhor e fazer hackergotchi agora é muuuito mais fácil.

Eu até estava fazendo (aham… fazendo==complicando), mas um amigo deu a dica para usar a ferramenta de seleção “Intelligent Scissors”, que seleciona só a área desejada, sem complicação. Você vai marcando e a ferramenta vai ajustando, se você não gostar, basta adicionar mais um ponto ou corrigir o tal ponto para o lugar certo e pronto. Então, é só recortar, aplicar a sombra (Filters->Light and Shadow->Drop Shadow) e está feito.

Primeira tentativa. O resultado???

Hackergotchi

Nada mau.

p.s.: usei o GIMP 2.8.0

Ajude

Você quer ajudar o Projeto Debian e não sabe como começar?

Você pode começar pelo DDTP — “Debian Description Translation Project”, ou Projeto de Tradução das Descrições de Pacotes. 🙂

Deixe-me dizer porque…

  • Você ajudará pessoas que não sabem ler Inglês a encontrar seus pacotes.
  • Traduzir no DDTP é fácil, você pode fazer de qualquer lugar, você só precisa de conexão com a Internet.
  • Você só tem 10 minutos por dia? Perfeito! Normalmente os textos do DDTP tem entre 1 e 3 parágrafos curtos.
  • Não sabe se vai gostar? Você pode começar revisando as traduções.
  • Você pode exercitar seu Inglês.
  • Você pode ter contato com vários Desenvolvedores Debian e aprender muito.
  • É divertido!

Parece bom? Veja aqui como começar.

Bem vindo!

o papá nosso de cada dia

A pedido do Marcos, tirei umas fotinhos de comida essa semana. Não tem nada fora do normal aqui, tem muita batata frita, salada de repolho, sopinha (é, no verão, delicinha) e uns doces sem chocolate, para minha tristeza. Não comemos fora ainda, vamos essa semana experimentar um restaurante por aqui, daí conto como foi.

E tirei as fotos com o celular, prepare-se para ver fotos meio xexelentas. 🙂

salada sopinha prato sobremesa

Amanhã tem DayTrip, a noite terei fotos e mais fotos, já que vamos passear o dia todo. 🙂

Mais um dia em Banja Luka

Hoje foi dia de acordar cedo, já que ontem mal conseguimos sair da cama por causa da bagunça do fuso.

Eu sei, preciso tirar fotos da comida, mas eu sempre esqueço, amanhã vou fazer isso, como prometi para o Marcos.  Hoje tomei chá de hibisco (que eu adoro), a diferença é que este vem em saquinhos, não preciso comprar a granel e ter todo o trabalho de fazer o chá com as flores. E provei um queijo branco, que não recomendo para ninguém, tive que encher de mel para fazer o treco descer. 😛

Hoje aproveitamos para passear um pouco no fim do dia. Como falei antes, aqui anoitece perto das 20h30m, então saindo as 18h ainda aproveitamos uma boa parte do dia. Passeamos na praça aqui em frente, como podem ver aqui e aqui. Depois fomos visitar o museu da República Srpska, da qual Banja Luka é a capital, é como a nossa divisão de estados. 🙂

E fomos passear num castelo perto do museu, mas a caminho do castelo, encontrei algo que todos estavam esperando (alguns até encomendaram um desses), que tal? 😀

museum

Mas nem fiquem muito animados, só vi esse por aqui. O resto das fotos tirei passeando pelo castelo, mas acabou a bateria da câmera e apelei para o celular mesmo.

Por hoje é só, estou com sono, já é quase 1h da manhã aqui. Amanhã de manhã vamos visitar um monastério onde fabricam queijo, aqui perto. Os monges faziam cerveja também, mas como agora são poucos, eles não conseguem fazer as duas coisas, então agora só fazem queijo. Aguardem as novidades amanhã. 🙂

E hoje deixei minha máquina pronta para empacotar, com tudo que necessário instalado. E também traduzi um pouco para o DDTP.

Esqueci de falar que ganhamos um chip de um dos patrocinadores, então eu e o faw temos celular funcionando para conversar um com o outro. Yay!

DebConf11 – Banja Luka, Bósnia e Herzegovina, 2011

Hoje é nosso primeiro dia aqui em Banja Luka, na Bósnia. Está bem quente aqui, afinal estamos em pleno verão aqui, e tem feito cerca de 30° todos os dias. Chove um pouco também, choveu na madrugada e hoje choveu um pouco a tarde.

Estamos hospedados no hotel bem em frente do centro cultural que estão os hacklabs e onde serão as palestras e todo o resto do evento a partir do fim de semana, basta atravessar a rua. Olha a vista do nosso quarto:

Banja Luka, BiH - Hotel Bosna

A viagem foi um pouco longa, cansativa, mas deu tudo certo, tivemos sorte até com as bagagens perdidas em Zagreb, que não estavam assim “tãããão perdidas”, foram achadas em meia hora. Sorte nossa, senão iria ser um problema bem grande para trazê-las para a Bósnia. Com a bagunça das bagagens, acabamos perdendo o ônibus das 16h30m para Banja Luka e o próximo era só as 20h00m, aproveitamos para ligar para casa e dar notícias.

O maior problema até agora é a comunicação, poucas pessoas do hotel e dos arredores (loja de chocolate, por exemplo) falam inglês, mas estamos ficando realmente bons em mímica. 😀

E não, não tem como entender o idioma deles, nem associar, é difícil mesmo. O Felipe diz que eles falam como os minions do Meu Malvado Favorito. 😀

Hoje saímos no fim da tarde para caminhar um pouco por aqui, comprar coca (no hotel é super caro) e chocolate. Aqui o sol se põe perto das 20h30m, então o dia é bem longo.

Lembrei do André quando visitamos a loja de chocolate. Hoje de manhã no café tinha uma espécie de io-io cream, bem gostoso. Quando chegamos na loja, havia o mesmo doce de várias formas e tamanhos, barrinha, barra grande, potinho pequeno ou grande para comer com pão ou de colher, mas claro que foi o balde tamanho-ruivo-de-1,90m que me chamou a atenção. 🙂

A comida aqui é normal, nada de muito diferente. A única coisa que aprendi é a não pedir pancake. Aqui o pancake é uma panqueca recheada, enrolada e frita à milanesa, nada leve para a refeição da meia noite, se você acaba de chegar de uma viagem de quase um dia e meio. 😛

Quanto à DebCamp (essa primeira semana antes da DebConf), ajudei a montar algumas malas hoje e parece que amanhã tem mais. Também estou procurando um pacote para ser minha primeira aventura em empacotamento, mas ainda não achei nada simples para ser a primeira experiência, acho que vou falar com o fbl e empacotar o software dele, mesmo sendo um pouco mais difícil do que eu esperava para o primeiro pacote da vida. Queria começar também a pensar em algo que conversamos com o time de tradução no último FISL, em Porto Alegre, vamos ver se amanhã consigo fazer render mais o dia.

Ah! E a tarefa da noite é aprender olá, obrigada, por favor em Bósnio.

Corrigindo geometria inválida com PostGIS

Tinha uns polígonos com geometria inválida aqui (uma pá deles, uns 5k),  e estava há algum tempo procurando uma forma de corrigí-los. Não é nada grave, eles têm “Self-intersection”, você descobre isso quando usa a função STIsValidReason do PostGIS, já que a STIsValid só diz se é válida ou não. Queria um jeito de corrigir dentro do próprio PostgreSQL e não usando outra ferramenta.

Baixei o gvsig, porque pretendo aprender a usá-lo, inclusive para corrigir esse tipo de problema, mas hoje, lendo o Introduction to PostGIS do OpenGeo, achei uma dica que poderia funcionar para o meu caso, e funcionou. 🙂

Bastou usar a função ST_Buffer, com um offset 0 (é, zero mesmo),  assim, a função vai gerar uma nova geometria, idêntica à original, de acordo com as regras de topologia daOGC e ela será válida. Simples assim.

Lindo, né? 🙂

Exemplo: SELECT STBuffer(thegeom, 0) FROM table WHERE NOT STIsValid(thegeom)

Geoprocessamento na Pastoral da Criança

Como parte do nosso PDM (plano para dominar o mundo) na Pastoral da Criança, iniciamos este ano um projeto com grandes ambições e que dará muuuuito trabalho, para nós da TI e para todos os coordenadores espalhados pelo Brasil, até que esteja em condições de começar a mostrar resultados. Nosso objetivo é colocar a Pastoral da Criança no mapa, literalmente. 🙂

Em palavras mais bonitinhas:

O Projeto cartográfico da Pastoral da Criança tem por objetivo identificar geograficamente cada uma das comunidades da Pastoral da Criança espalhadas por todo o território brasileiro e com isso cruzar os dados obtidos através do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e com sua própria base de dados, para avaliar sua atuação de acordo com a realidade do país e identificar localidades onde é necessária a intervenção da Pastoral da Criança.

Também ajudará outras pessoas que trabalham nas comunidades, tais como os capacitadores e outros membros da equipe do Ramo ou Setor que precisam de um mapa para saber como chegar até a comunidade ou, ainda, para mostrar para membros da Igreja, autoridades municipais e outras entidades onde a Pastoral da Criança atua e quais os resultados já obtidos através de seu trabalho.

A Pastoral da Criança usa software livre (servidores Debian, desktops Debian e Ubuntu, nginx, apache, moinmoin, git, svn, etc.) e neste projeto não foi diferente. Utilizamos PostgreSQLPostGISMapserverQuantum GIS e utilizamos ainda a API Google Maps.

Isso quer dizer que temos que coletar a latitude e longitude de quase 44.000 comunidades espalhadas em mais de 4.000 munícipios do Brasil. É. Uau!

Para fazer a coleta desses pontos de comunidades foi desenvolvida uma aplicação que utiliza a API do Google Maps, que possui licença gratuita para uso não-comercial, que captura o ponto (latitude e longitude) aproximado de uma comunidade, já que não há forma de definir um polígono para as comunidades. Esta aplicação funciona satisfatoriamente para as cidades que possuem boas imagens do Google, que têm melhorado a passo largos. Como por exemplo, as imagens do município de Afogados da Ingazeira em Pernambuco, que foi um dos primeiros municípios a marcar as suas comunidades, mas que há alguns meses era bem difícil identificar visualmente locais através das suas imagens, já que algumas áreas ficavam bem borradas, mas que hoje já muito melhor e as comunidades foram facilmente identificadas.

Mas claaaro que não é só isso. 🙂

O IBGE disponibiliza dados por município, mas queríamos mais. Queremos mostrar os resultados da atuação da Pastoral da Criança em unidades menores, como Paróquia ou mesmo por comunidade. Ok, o IBGE nos ajuda nisso e nos fornece os dados por setor censitário (que corresponde a aproximadamente 300 domicílios). Daí nasceu a necessidade de obter os polígonos da paróquias, para mostrar resultados de todos os setores censitários de uma dada paróquia, para que possamos isolar e obter dados mais específicos sobre a situação de cada região do município, no nosso caso, paróquia. Pois é. Ninguém tinha essa informação.

E lá fomos nós pedir ajuda aos nossos voluntários para que procurassem sua paróquia ou diocese, descobrissem seus limites e nos mandassem isso desenhado a mão num mapa com arruamento, para que aqui pudéssemos digitalizar isso e utilizar para mostrar resultados. São mais de 5.500 municípios no Brasil, mas apenas 1.200 tem mais de uma paróquia. É dos limites de paróquia desses municípios que precisamos, pois do restante sabemos que o limite da paróquia é o próprio limite do município. Já chegamos a 10% desse número. Pode parecer pouco, mas é um trabalho grande e feito, como quase tudo na Pastoral da Criança, por voluntários que doam parte do seu tempo e vão em busca das informações.

Tudo isso foi para dizer que sobrevivi a minha primeira Assembleia Anual da Pastoral da Criança e que junto com o Alberto, demos 06 oficinas falando sobre o Geoprocessamento, sobre a utilização de wiki e o nosso sistema de informação, o que quer dizer quase 100 pessoas (de todos os estados do Brasil e de pelo menos outros 7 países) passaram pelo nosso mini-auditório ao longos desses três dias de oficinas.

Isso significa que cem pessoas diretamente ligadas à Pastoral em cada estado brasileiro viram o que estamos fazendo, entenderam os problemas e como cada uma pode ajudar a fazer parte da solução. Isso já nos deixa extremamente felizes e esperançosos nessa sexta-feira cinzenta de Curitiba. 🙂

Coisas boas num dia nem tanto

Então, eu leio o feed do Objetos de Desejo, um blog cheio de coisas fofas que eu adoro, e há pouco mais de um mês tinha um post falando de etiquetas de bagagem, personalizadas e melhor, de presente! Achei super legal e resolvi fazer para ver como ficava. Hoje já fazia mais de um mês desde que eu fiz arte e montei as etiquetas direto no site da KLM, que é a empresa que está oferecendo os presentinhos. No fim de semana pensei nelas e até fiquei meio triste porque não tive mais notícias delas, mas hoje elas chegaram pelo correio! Ficaram lindinhas e o material é muito legal. Aqui fica a dica para viajar com etiquetas personalizadas feitas por você mesmo.

Corra que ainda tem etiquetas disponíveis. 🙂

O resto do dia? Foi surpreendentemente agitado, mas acabou em pizza… de mignon com cheddar. 🙂

Há muitas e muitas luas…

Credo, que vergonha. Isso é um blog abandonado, isso sim. Preciso de um plano que me force a escrever pelo menos uma vez por mês, nem que seja algo que dê choque na cama, no celular ou que me acorde as 3h da manhã até eu postar… 🙂

Desde setembro muita coisa mudou. Saí da empresa que eu estava trabalhando, se fosse uma casamento eu diria que foi por incompatibilidade de gênios, e fui trabalhar naPastoral da Criança, onde estou até agora. No último dia primeiro fiz 6 meses de empresa, e sim, ainda estou apaixonada. Tem muita coisa para fazer, para arrumar, para melhorar, mas o mais legal é ter pessoas inteligentes acima de você e que dão todo suporte necessário para que você faça sua parte. Também ajudei a organizar o Enecomp 2009, que foi aqui em Curitiba, no início de setembro. Foi um evento técnico muito bom, com vários palestrantes, uma equipe bem entrosada (e divertida), mas para o público errado. Quando o público quer pão e circo e você só tem palestras, mini-cursos e debates para oferecer fica bem difícil alcançar a meta. A parte boa de tudo isso é que temos boas histórias que o evento rendeu e saber que foi o primeiro e último Enecomp que organizamos. 🙂

Fui para a Latinoware entre chuva, raios e trovoadas, sobrevivemos mesmo com uma equipe pequena e com os ácaros que tentavam me atacar todas as noites… hehehe. Algumas boas surpresas no caminho, como conversas que há alguns anos eu imaginaria improváveis com algumas pessoas (agora) queridas e um jantar cheeeio de queijos e pães deliciosos regado com boas histórias na compania do faw, do Jon e do Dudu. O voo de volta foi quase o mesmo que a viagem de ônibus, mas tudo bem, cheguei inteira, cansada, mas inteira.

Depois disso teve um período meio estressante,  com perdas e danos, mas lá no Natal tudo ficou bem, melhor do que eu poderia imaginar, na verdade. Acho que até vou começar a gostar de Natal depois dessa. 😉

Consegui ficar dois dias na praia, visitando meu pai, entre o Natal e o Ano Novo. Passeamos de barco, demos uma volta por um lado da Ilha do Mel que eu ainda não conhecia, fiquei um camarão no sol, mas tirei várias fotos enquanto tostava.

Depois disso muita coisa boa aconteceu, mas fica para depois, acabou minha hora de almoço e preciso dar jeito numas coisas e caçar um café. Espero não demorar da próxima vez.